Conspiradora para a rebelião: Alicia Eguren nas milicias femininas de 1955 a 1957

Em 16 de Setembro de 1955, um golpe civil-militar derrubou o governo de Juan Domingo Perón. Este fatolevou à proscrição do partido, o que motivou uma resistência subterrânea durante mais de uma década. Nas origens desta expressão de resistência antiditatorial na Argentina, encontramos uma mulher len...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Lenguita, Paula Andrea
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Argentina
Institución:Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas
Repositorio:CONICET Digital (CONICET)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ri.conicet.gov.ar:11336/233211
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11336/233211
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:MUJERES
MILICIAS
DICTADURA
ARGENTINA
https://purl.org/becyt/ford/6.1
https://purl.org/becyt/ford/6
Descripción
Sumario:Em 16 de Setembro de 1955, um golpe civil-militar derrubou o governo de Juan Domingo Perón. Este fatolevou à proscrição do partido, o que motivou uma resistência subterrânea durante mais de uma década. Nas origens desta expressão de resistência antiditatorial na Argentina, encontramos uma mulher lendária desta linha insurrecional do peronismo. Alicia Graciana Eguren foi uma agitadora fervorosa e a sua liderança baseou-se nessa subversão coletiva de um regime militar que a perseguiu e prendeu durante quase dois anos, imediatamente após o desencadeamento do golpe. Para reconstruir as origens desta liderança na constituição de milícias de mulheres contra o golpe de 1955, serão tidas em conta as fontes da militância na clandestinidade e os seus próprios escritos na prisão