Fitossociologia de vegetação associada a Deschampsia antarctica DESV. nas Ilhas Shetland do Sul – Antártica

A Antártica é o segundo maior continente do planeta Terra, possui aproximadamente 14 milhões de km², coberta por uma grande e densa camada de gelo, podendo atingir 23 milhões de km2 devido ao congelamento dos oceanos adjacentes durante o período de inverno. Apesar das condições ambientais severas, o...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Maggio, Lilian Pedroso
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)
Repositorio:Repositório Institucional da UNIPAMPA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/7206
Acceso en línea:https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/7206
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS
Comunidades vegetais
Biodiversidade
Fanerógama
Continente antártico
Plant communities
Biodiversity
Phanerogam
Antarctic continent
Descripción
Sumario:A Antártica é o segundo maior continente do planeta Terra, possui aproximadamente 14 milhões de km², coberta por uma grande e densa camada de gelo, podendo atingir 23 milhões de km2 devido ao congelamento dos oceanos adjacentes durante o período de inverno. Apesar das condições ambientais severas, o que dificulta o estabelecimento de vida na Terra, existem espécies vegetais adaptadas a esse tipo de ambiente, como espécies de criptógamas e fanerógamas. Nas últimas décadas diversos estudos sobre a vegetação antártica vem sendo conduzidos, porém são restritos os trabalhos com informações mais detalhadas sobre as espécies vegetais associadas Deschampsia antarctica Desv. O objetivo desta tese foi reunir dados sobre os aspectos ecológicos de espécies associados a Deschampsia antarctica, bem como realizar levantamento fitossociológico de vegetação em substrato (ossos de animais marinho – lobo marinho e baleia), e avaliar a presença de vegetação em pellets (restos alimentares de pássaros carnívoros) de aves marinhas como forma de dispersão. Para isso, as coletas de dados a campo foram realizadas durante a OPERANTAR XXXVIII 2019/2020 durante os meses de fevereiro e março. Os resultados desta tese estão apresentados em forma de 4 artigos científicos.