O recreio escolar e as experiências das crianças

Este artigo objetiva analisar o modo como as crianças brincam no momento do recreio escolar numa determinada Escola Municipal dos Anos Iniciais de um município do Vale do Taquari/RS. A partir de observações ao longo dos recreios escolares, analisou-se como ocorriam as brincadeiras entre as crianças,...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Steffens, Carine Rozane, Horn, Claúdia Inês
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2018
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Repositório:Debates em Educação
Idioma:português
OAI Identifier:oai:www.seer.ufal.br:article/3906
Acesso em linha:https://www.seer.ufal.br/index.php/debateseducacao/article/view/3906
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Ludicidade. Recreio escolar. Anos Iniciais. Tempo e espaços.
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spelling O recreio escolar e as experiências das crianças Steffens, Carine Rozane Horn, Claúdia Inês Ludicidade. Recreio escolar. Anos Iniciais. Tempo e espaços. Este artigo objetiva analisar o modo como as crianças brincam no momento do recreio escolar numa determinada Escola Municipal dos Anos Iniciais de um município do Vale do Taquari/RS. A partir de observações ao longo dos recreios escolares, analisou-se como ocorriam as brincadeiras entre as crianças, bem como a organização dos tempos e espaços escolares durante esse momento. Com o intuito de enriquecer a análise, foram realizadas entrevistas com cinco crianças entre sete a dez anos de idade e questionários envolvendo três professores dos Anos Iniciais. Além disso, utilizou-se um diário de campo como instrumento para registrar falas das crianças com seus colegas e professores, bem como as impressões em relação às brincadeiras durante o recreio escolar. Autores como Ferreira (1999), Cavallari (1994), Corazza (2002), Brougère (1998), Benjamin (1984) e Sarmento (2004) sustentam as abordagens teóricas acerca da infância e da ludicidade.  Ao final, concluiu-se que a escola deve priorizar o brincar, não apenas no recreio, mas também na sala de aula e nos demais espaços escolares. Em relação ao recreio, algumas restrições podem ser evitadas, negociando e debatendo com as crianças questões que lhes dizem respeito nos seus modos de brincar. Ao mesmo tempo, concluiu-se ser muito importante adultos brincarem e interagirem com as crianças, a fim de conhecer mais sobre as culturas da infância. Editora da Universidade Federal de Alagoas - EDUFAL https://www.seer.ufal.br/index.php/debateseducacao/article/view/3906 10.28998/2175-6600.2018v10n22p21-34
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