A territorialidade Miranha nos rios Japurá e Solimões e a fronteira Brasil-Colômbia
Trata-se de apresentar neste texto um estudo histórico-antropológico sobre a territorialização de Miranhas e Uitotos que vieram do divisor de águas dos rios Caquetá e Putumayo. Uma parte desta região atualmente é território da Colômbia e outra parte pertence ao Peru. Estão reconhecidas, oficialmente...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1996 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional do MPEG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.museu-goeldi.br:mgoeldi/533 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.museu-goeldi.br/handle/mgoeldi/533 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Territorialização Territorialidade Nacionalidade Identidades indígenas Territoriality Nationality Indigenous identities Índios Miranha Indigenismo |
| Sumario: | Trata-se de apresentar neste texto um estudo histórico-antropológico sobre a territorialização de Miranhas e Uitotos que vieram do divisor de águas dos rios Caquetá e Putumayo. Uma parte desta região atualmente é território da Colômbia e outra parte pertence ao Peru. Estão reconhecidas, oficialmente, no Brasil, as terras indígenas Méria, Miratu e Cuiú-Cuiú, cujos habitantes contam o percurso pelo Japurá no início do século XX, onda já existiam Miranhas que haviam migrado em momentos anteriores. A a partir de depoimentos e de pesquisa etnohistórica, mostra-se como a etnia Miranha aparece como etnia preponderante, embora nesta terra se encontrem outras identidades indígenas. O cotejamento da memória social e dos documentos históricos leva a observações sobre a formação de territórios Miranhas, a sujeição destes índios e suas representações da nacionalidade. |
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