ENTRE A FRONTEIRA VIVIDA E A FRONTEIRA PERCEBIDA: OS AGENTES PÚBLICOS NO ESPAÇO DE FRONTEIRA INTERNACIONAL

Os interesses despertados pelos estudos sobre o território, enquanto concretude do espaço geográfico, não está nele em si, nem tampouco na noção simplista de que o território seja apenas aquilo percept&iacute...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Oliveira Neto, Antonio Firmino de, Crivelatti, Quelim Daiane
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)
Repositorio:Ideação (Foz do Iguaçu. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.e-revista.unioeste.br:article/8776
Acesso em linha:https://e-revista.unioeste.br/index.php/ideacao/article/view/8776
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Fronteira
Território
Cotidiano
Agentes públicos
Fronteira Brasil-Bolívia
Fronteira Brasil-Paraguai.
Descrição
Resumo:Os interesses despertados pelos estudos sobre o território, enquanto concretude do espaço geográfico, não está nele em si, nem tampouco na noção simplista de que o território seja apenas aquilo perceptível na paisagem ou que ele seja somente o reservatório de onde o homem retira os meios materiais para sua sobrevivência. Os interesses, neste artigo, caminham pela analise do território como expressão de forma, conteúdo e poder. Nesse sentido, os agentes dos serviços públicos federais que atuam na fronteira, mas que são oriundos de outras localidades enfrentam dificuldades na adaptação em função da falta de identificação com o lugar e, consequentemente, de lidar com as formas, os conteúdos e os poderes, inerentes as complexidades próprias de regiões de fronteira. Os ambientes de fronteira exigem daqueles que para lá migram, uma nova forma de olhar e entender a fronteira. Para contribuir com os estudos sobre as regiões de fronteira é que este texto visa fazer uma discussão sobre o cotidiano do agente público das agências de esfera nacional, oriundo de outro lugar, que atua em região de fronteira, levando em consideração as relações que ele estabelece com território, espaço e cotidiano.