“Corpo forte é corpo bonito”: a construção do corpo canela
O objetivo deste artigo é pensar a construção do corpo Canela, povo Timbira, falante de língua Jê, do estado do Maranhão. A vida dos povos ameríndios é marcada por rituais ou momentos ritualísticos. Esses momentos, como os de práticas de tabu, resguardo, restrição e ornamentação, constroem a corpore...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Maranhão (UFMA) |
| Repositorio: | Revista Pós Ciências Sociais (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.periodicoseletronicos.ufma.br:article/8500 |
| Acceso en línea: | https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/rpcsoc/article/view/8500 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Corporeidade Resguardo Ornamentação Canela |
| Sumario: | O objetivo deste artigo é pensar a construção do corpo Canela, povo Timbira, falante de língua Jê, do estado do Maranhão. A vida dos povos ameríndios é marcada por rituais ou momentos ritualísticos. Esses momentos, como os de práticas de tabu, resguardo, restrição e ornamentação, constroem a corporeidade Canela. O artigo descreve momentos de fabricação do corpo desse povo em que a consubstancialidade e a comensalidade possuem centralidade. Destaca, ainda, a importância dos mekarõ e do cay para a construção da corporeidade Canela. E enfatiza a ornamentação corporal como uma prática cuja agentividade é o fortalecimento dos corpos ameríndios. |
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