Avaliação dos efeitos cardíacos da angiotensina 1-7 em modelo animal de hipertireoidismo.

A hipótese do presente estudo é que as ações cardioprotetoras da Angiotensina1-7 (Ang1-7) consigam atenuar os efeitos cardíacos dos hormônios tireoidianos. Ratos selvagens ou transgênicos que superexpressam Ang1-7 foram induzidos ao hipertireoidismo por injeções intraperitoneais de triiodotironina (...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Senger, Nathalia
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-07122015-145006
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42131/tde-07122015-145006/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Angiotensin-(1-7)
Angiotensina 1-7
Cardiac function
Cardiac hypertrophy
Função cardíaca
Hipertrofia cardíaca
Hormônio tireoidiano
Reninangiotensin-system
Sistema-renina-angiotensina
Thyroid hormone
Descripción
Sumario:A hipótese do presente estudo é que as ações cardioprotetoras da Angiotensina1-7 (Ang1-7) consigam atenuar os efeitos cardíacos dos hormônios tireoidianos. Ratos selvagens ou transgênicos que superexpressam Ang1-7 foram induzidos ao hipertireoidismo por injeções intraperitoneais de triiodotironina (T3) (7µg/100g/dia). Parâmetros de morfologia e função cardíaca foram avaliados, bem como os componentes do Sistema-Renina-Angiotensina no coração. Os elevados níveis de Ang1-7 nos animais transgênicos atenuaram os efeitos tróficos do T3 e o hiperdinamismo cardíaco, além de promover a melhora da função cardíaca. Os animais hipertireoideos apresentaram aumento da Angiotensina II, do receptor AT1 e da atividade da ECA2 no coração. In vitro, o tratamento com Ang1-7 (1000nM) foi capaz de impedir o aumento da área de superfície celular em cultura primária de cardiomiócitos neonatos tratados com T3 (10nM) por 24 horas. Sendo assim, estes dados demonstram, pela primeira vez na literatura, ações cardioprotetoras da Ang1-7 frente às ações cardíacas e hipertróficas do T3.