Syzygium cumini (L.) Skeels: avaliação da qualidade, estudo morfo-anatômico, estudo da atividade antimicrobiana, conservante, genotóxica, mutagênica, citotóxica e incorporação em formulações cosméticas para uso tópico
A necessidade da introdução de novos princípios ativos naturais no arsenal farmacêutico e/ou cosmético tem sido pesquisado, devido ao aparecimento de formas bacterianas resistentes, decorrentes, principalmente, do uso indiscriminado de agentes antimicrobianos, que possam ser utilizados como anti-sép...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/100091 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/100091 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Jambolão - Teses Syzygium cumini - Teses Atividade antimicrobiana |
| Sumario: | A necessidade da introdução de novos princípios ativos naturais no arsenal farmacêutico e/ou cosmético tem sido pesquisado, devido ao aparecimento de formas bacterianas resistentes, decorrentes, principalmente, do uso indiscriminado de agentes antimicrobianos, que possam ser utilizados como anti-sépticos ou como conservantes de preparações farmacêuticas ou cosméticas. Dentro disto foi realizado o estudo da atividade antimicrobiana com o extrato seco dos frutos de Syzygium cumini (Myrtaceae), fundamentado com os usos populares descritos para este vegetal, popularmente conhecido, no Brasil, como jambolão, jamelão ou azeitona-roxa. Para garantir-se a autenticidade da droga vegetal, realizou-se estudo morfo-anatômico do material colhido. O extrato vegetal foi preparado pelo método da percolação, utilizando como solvente etanol: água (50:50). Após validação de metodologia para o doseamento do extrato, foram realizados ensaios de citotoxicidade, mutagenicidade, genotoxicidade, avaliação da atividade antimicrobiana e possível emprego como conservante após sua aplicação em preparações para uso externo: sabonete líquido, gel com polímero sintético e emulsão não-iônica. O estudo morfo-anatômico identificou glândulas secretoras de óleos essenciais, drusas e idioblastos tânicos, característicos da família Myrtaceae. O método espectrofotométrico foi validado para análise quantitativa do extrato produzido, garantindo confiabilidade aos resultados obtidos. O estudo de citotoxicidade apresentou índice de morte celular IC50 na concentração de 400,0 μg/mL do extrato de S. cumini. A freqüência de micronúcleos, em células da medula óssea de camundongos, não demonstrou efeito mutagênico em 24 e 48 horas após administração do extrato seco dos frutos de S. cumini. |
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