As vias bilíferas dos tatus (Dasypus novemcinctus e Euphractus sexcinctus)

Os autores esquematizam as vias biliferas de 2 espécies de tatus (Dasypus novemcinctus e Euphractus sexcinctus) oriundos do Pantanal Matogrossense, Brasil. A dissecação foi efetuada após o preenchimento do sistema excretor do fígado com látex Neoprene 650 corado e da fixação das peças em solução aqu...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Souza, Wilson Machado de, Miglino, Maria Angélica, Prada, Irvenia Luiza de Santis, Didio, Liberato João Afonso
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1994
País:Brasil
Institución:Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP)
Repositorio:Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/52055
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/bjvras/article/view/52055
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Bile duels
Wild animals
Liver
Duetos biliares
Animais silvestres
Fígado
Descripción
Sumario:Os autores esquematizam as vias biliferas de 2 espécies de tatus (Dasypus novemcinctus e Euphractus sexcinctus) oriundos do Pantanal Matogrossense, Brasil. A dissecação foi efetuada após o preenchimento do sistema excretor do fígado com látex Neoprene 650 corado e da fixação das peças em solução aquosa de formol a 10%. O ductus choledocus, em ambas as espécies, provém da reunião do ductus cysticus com o ductus hepaticus. Este, por sua vez, resulta da convergência do ramus principalis dexter e do ramus principalis sinister. Na formação dos ramus principalis dexter e sinister participam vários ramos oriundos dos lobos hepáticos e seus processos.