As cartas da Langidila: memórias de guerra e escrita da história
Ao analisar as cartas escritas por Deolinda Rodrigues às mulheres angolanas, publicadas no livro Cartas da Langidila e outros documentos, constatamos a proposta de duas linhas de ação das mulheres angolanas referentes à guerra de libertaç&at...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado da Bahia (UNEB) |
| Repositorio: | Tabuleiro de Letras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.uneb.br:article/367 |
| Acceso en línea: | https://revistas.uneb.br/index.php/tabuleirodeletras/article/view/367 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cartas Deolinda Rodrigues Cartas da Langidila e outros documentos Frente feminina MPLA |
| Sumario: | Ao analisar as cartas escritas por Deolinda Rodrigues às mulheres angolanas, publicadas no livro Cartas da Langidila e outros documentos, constatamos a proposta de duas linhas de ação das mulheres angolanas referentes à guerra de libertação em Angola: a primeira seria a constituição de uma frente de ação fora do Continente Africano, na busca pelos patrícios que saíam para estudar com o intuito de arregimentá-los ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), além de divulgarem notícias de Angola. A segunda seria interna, na qual atuariam na alfabetização, auxiliariam os refugiados e assim trariam simpatizantes e novos membros para o MPLA, bem como produziriam alimentos e levariam armas para as frentes, sem levantar suspeitas. |
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