A morte como definição de caminhos-fundamentos para elaboração de uma ética da alternidade na medicina paliativa : um ensaio
O presente trabalho possui como objetivo o de analisar, desde uma leitura filosófico-interpretativa, o papel da medicina frente aos pacientes terminais. Para tanto, utilizou-se do pensamento de Emmanuel Levinas, sobretudo, de três de seus conceitos - o rosto, a deferência respeitosa e responsabilida...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/2824 |
| Acceso en línea: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/2824 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | FILOSOFIA ÉTICA MÉDICA MORTE (FILOSOFIA) LEVINAS, EMMANUEL - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA |
| Sumario: | O presente trabalho possui como objetivo o de analisar, desde uma leitura filosófico-interpretativa, o papel da medicina frente aos pacientes terminais. Para tanto, utilizou-se do pensamento de Emmanuel Levinas, sobretudo, de três de seus conceitos - o rosto, a deferência respeitosa e responsabilidade sem escapatória. Munidos desses conceitos, abordamos a morte e a terminalidade, não como indignas do ser humano, e sim como momento mesmo da afirmação de sua alteridade e de oportunidade para construção de um sentido, ou seja, de uma relação humana mais profunda. Nessa senda, justificamos a criação de uma nova especialidade a medicina paliativa local e momento da construção de uma nova abordagem da terminalidade e da dignidade humana. A justificativa se faz por meio da afirmação de que a medicina tradicional, sendo baseada no domínio racional/ontológico, não é capaz de englobar um momento de tempo tão distinto. |
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