Contato Improvisação e o corpo como “coisa que sente”: sugestões para outros modos de mobilidade e subjetivação no interior da cultura empreendedora

A partir da crítica a um modelo de mobilidade, próprio ao modo de vida nas sociedades capitalistas contemporâneas, baseado na ideia de avanço contínuo, autoengendrado e objetivamente orientado, propomos a reflexão a respeito de uma forma alternativa de expressão do movimento e, consequentemente, de...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Castro, Daniele Pires de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repositorio:Revista Dois Pontos (Curitiba. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/86543
Acceso en línea:https://revistas.ufpr.br/doispontos/article/view/86543
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:contato improvisação
corpo
dança
modernidade
progresso
subjetividade
Descripción
Sumario:A partir da crítica a um modelo de mobilidade, próprio ao modo de vida nas sociedades capitalistas contemporâneas, baseado na ideia de avanço contínuo, autoengendrado e objetivamente orientado, propomos a reflexão a respeito de uma forma alternativa de expressão do movimento e, consequentemente, de construção de subjetividades. Através da análise da técnica de dança Contato Improvisação, buscamos identificar e analisar os elementos que contribuem para a experiência concreta de uma mobilidade sem metas, que também leva a outra maneira de nos entendermos como sujeito e nos relacionarmos com o mundo e as coisas a nossa volta. O improviso nos coloca diante de uma mobilidade sem orientação, que abre espaço para a imprevisibilidade. Já o contato nos estimula a mobilizar uma relação com o mundo que enfatiza a aproximação e vulnerabilidade no lugar do distanciamento e da autonomia individual.