CUIDADO MATERNO AO RECÉM- NASCIDO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL: POSSIBILIDADES E DESAFIOS

Apresenta o resultado de um estudo qualitativo que teve como objetivo apreender os limites e as possibilidades do cuidado materno ao recém-nascido internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). O estudo foi realizado em um hospital filantrópico em Belo Horizonte-MG e teve como participan...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Da Silva Dittz,Erika, De Sena,Roseni Rosângela, Motta,Joaquim Antônio César, Dittz Duarte,Elysângela
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Chile
Institución:CONICYT Chile
Repositorio:SciELO Chile
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:scielo:S0717-95532011000100006
Acceso en línea:http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0717-95532011000100006
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Recém-nascido
unidades de terapia intensiva neonatal
relações mãe-filho
mães
Descripción
Sumario:Apresenta o resultado de um estudo qualitativo que teve como objetivo apreender os limites e as possibilidades do cuidado materno ao recém-nascido internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). O estudo foi realizado em um hospital filantrópico em Belo Horizonte-MG e teve como participantes 11 mães de recém-nascidos internados na UTIN e 11 profissionais de saúde que prestam cuidado a esses recém-nascidos. Para a coleta de dados, utilizaram-se a entrevista e a observação participante. Os dados obtidos na entrevista e os registros da observação participante foram analisados por meio da análise de discurso. Evidenciaram-se as formas de participação das mães no cuidado com os filhos e as relações e tensionamentos com os profissionais no desenvolvimento desse cuidado. Foi demonstrado que o fazer da mãe determina seu lugar no cuidado do filho e redefine suas possibilidades de ação dentro da UTIN num processo contínuo e dinâmico. Conclui-se que a participação da mãe no cuidado do filho na UTIN não é explorada em sua potencialidade, sinalizando a necessidade de ampliar os estudos a fim de solidificar as práticas já existentes e construir novas alternativas para a participação das mães.