O bem viver Kaingang como contraponto à colonialidade e ao desenvolvimento
Resumo: Este artigo analisa aspectos que constituíram o colonialismo e a colonialidade do poder, do saber e do ser, e como esse modelo segue operando na lógica hegemônica do desenvolvimento, onde gênero, raça e classe foram instituídos como base de hierarquização e de classificação dos sujeitos. Nes...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Chile |
| Institución: | CONICYT Chile |
| Repositorio: | SciELO Chile |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:scielo:S0718-65682022000200209 |
| Acceso en línea: | http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0718-65682022000200209 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Colonialismo interseccionalidade perspectiva decolonial resistências indígenas |
| Sumario: | Resumo: Este artigo analisa aspectos que constituíram o colonialismo e a colonialidade do poder, do saber e do ser, e como esse modelo segue operando na lógica hegemônica do desenvolvimento, onde gênero, raça e classe foram instituídos como base de hierarquização e de classificação dos sujeitos. Nesse processo, as mulheres dos povos colonizados foram as mais subalternizadas. O bem viver Kaingang, em contraponto, aporta outras possibilidades de existência. São as mulheres desse coletivo, habitantes da Terra Indígena Mangueirinha, no Paraná, que expressam, pelas suas práticas e narrativas, críticas às violências sofridas pelas políticas de desenvolvimento em seu território. O artigo tem como base a pesquisa etnográfica realizada com elas, entre os anos de 2017 e 2021. |
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