Autoconstrucción, mutirão y autogestión. Un estudio de los debates en Brasil a partir de la década de 1970

Este trabalho apresenta os debates acadêmicos sobre os modos de produção da moradia no Brasil em processos que inscrevem a autoconstrução, o mutirão e a autogestão. Para tanto, apresentamos um percurso histórico com pelo menos dois períodos que se atrelam a experiências práticas: o primeiro, entre a...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cicuto, Mariana, Moreno de Camargo, Camila
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:España
Institución:Universidad de Sevilla (US)
Repositorio:idUS. Depósito de Investigación de la Universidad de Sevilla
OAI Identifier:oai:idus.us.es:11441/173733
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/11441/173733
https://doi.org/10.12795/astragalo.2025.i38.04
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:autoconstrução
mutirão
autogestão
assessoria técnica
movimentos sociais
autoconstrucción
vivienda colectiva
autogestión
asesoría técnica
movimientos sociales
self-construction
collective work
self-management
technical assistance
social movements
Descripción
Sumario:Este trabalho apresenta os debates acadêmicos sobre os modos de produção da moradia no Brasil em processos que inscrevem a autoconstrução, o mutirão e a autogestão. Para tanto, apresentamos um percurso histórico com pelo menos dois períodos que se atrelam a experiências práticas: o primeiro, entre as décadas de 1970 e 1990, em que pesquisas buscavam constituir novas formas de representação da cidade periférica a partir da compreensão da autoconstrução e do mutirão vinculado à produção de moradia, da emergência dos movimentos sociais e da atuação das assessorias técnicas que se formavam nesse processo. Num segundo período, inscrito entre as décadas de 1990 e 2000, o debate anterior é revisitado a partir das experiências emblemáticas que envolveram a autogestão em alguns territórios do país. Apesar dos conceitos apresentados possuírem definições distintas, estão interligados na trajetória do processo participativo dos movimentos sociais e assessorias técnicas, que atuam em um campo de trabalho interdisciplinar junto à população de baixa renda. A organização dos períodos acerca de conceitos e práticas variados, poderá fornecer chaves para o novo quadro de legibilidade que flagra vínculos complexos, com consequências nada desprezíveis para o rearranjo do campo de forças entre movimentos sociais e reforma urbana, o Estado e o mercado imobiliário, na operação de um novo diagrama de relações entre produção de moradia e luta pela apropriação da cidade.